Dos 40 signatários da ata de fundação registramos os nome de Bento Gonçalves da Silva (futuro líder farrapo), Ubaldo Pinto Bandeira, (que consta seria irmão do Brigadeiro Rafael Pinto Bandeira e que deixou imortalizado seu nome no cerro do Ubaldo), o mais tarde Comendador Manoel José Gomes de Freitas ( grande historiador e nascido e batizado em Canguçu), Serafim José da Silveira, José de Matos Guimarães, Bernardo Pires da Rosa ( O simbolista farrapo e bisavô do historiador Major Angelo Pires Moreira e pai da ideia de criação do município de Canguçu em 1857.)
Na eleição para a 1ª Câmara de Piratini foram os 8 mais votados: Vicente Lucas de Oliveira (último Ministro da Guerra farrapo - 361 votos; Manoel Rodrigues Barbosa -334; Manoel Gomes de Guimarães Filho - 294 Serafim José da Silveira - 274 e que não assumiu por haver sido eleito e aceito ser juiz ordinário) Manoel José da Silva Santos Veleda -215; José Pereira da Silva Cacório -203 e Ramão Garcia Vasconcelos -194.
Estes homens, que compunham a câmara, que promulgaram a República Rio-Grandense em novembro de 1836.
Ramão é meu pentavô, seu nome está registrado em uma das placas de honra aos fundadores e organizadores da então Vila de Piratini.
*A IMAGEM QUE ILUSTRA ESTA POSTAGEM REGISTRA A PRIMEIRA CÂMARA MUNICIPAL E MINISTÉRIO DA FAZENDA E INTERIOR, situada na Avenida Gomes Jardim, 136 (Antiga Rua Clara) e 122, esquina Rua 24 de Maio (Antiga Rua da Fonte), PIRATINI, RS.
A imagem está disponível em www.turismopiratini.com.br, acesso a 24 de setembro de 2013.
Eis trecho do texto que acompanha a fotografia:
“Lugar onde foi instalada sob a açoteia em 1832 a primeira Câmara Municipal quando Piratini é elevada à categoria de Vila. Em novembro de 1836, a Câmara Municipal promulga a República Rio-Grandense, adere ao novo regime, e sob a presidência de Vicente Lucas de Oliveira declara a Província Estado Livre, Constitucional e Independente.”
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